Nos corredores onde o pensamento pesa mais do que o corpo, onde a luz das bibliotecas antigas encontra a sombra do indizível, Banhando‑se no não‑nascimento ergue‑se como um tratado poético sobre o limiar da existência. Vlad Neagoe escreve com a precisão de um estudioso e a febre de um visionário, convidando o leitor a entrar num laboratório de linguagem onde cada verso é uma dissecação da alma. Um livro para quem vive entre manuscritos, noites longas e perguntas sem resposta.
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