Banhando‑se no não‑nascimento, de Vlad Neagoe, apresenta uma poética de fronteira, onde o corpo, a memória e o indizível se entrelaçam num espaço de permanente criação. Através de uma linguagem rigorosa e luminosa, o autor investiga o instante anterior ao nascimento — um território simbólico onde a existência se revela em estado bruto. A obra destaca‑se pela intensidade imagética e pela profundidade filosófica, confirmando Vlad Neagoe como uma das vozes mais singulares da poesia contemporânea. Um livro que desafia, provoca e permanece.
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